AS TACADAS DO ORTEGA
Publicado por Marcelo em 13 de Abril
Opinião do escritor José Carlos Santos Peres sobre a atuação de Marcelo Ortega à frente da Secretaria Municipal de Cultura e Lazer no período de 05/06/2007 à 01/04/2008.
Marcelo Ortega, à frente da Secretaria Municipal de Cultura e Lazer, mostrou serviço. Fez uma bela FAMPOP - quando muitos apostavam em fracasso - trabalhou decisivamente para que o CAC fosse reaberto (agora de propriedade da Prefeitura) e se envolveu na instalação do Memorial “Djanira” em Avaré.
Ao entregar o cargo ao prefeito, quando da inauguração do Memorial Djanira (antiga CAIC) já que pretende ser vereador (DEM) Marcelo Ortega recebeu um cartão de prata dos funcionários de sua secretaria. Sinal de que deve ter sido um “bom patrão”.
E, do discurso do alcaide, colheu elogios. Joselyr Silvestre o citou como um dos exemplos de bom secretário quando outros - em seu entender - parecem não demonstrar a mesma disposição.
Prefeitura inaugura Memorial Djanira
Publicado por Marcelo em 13 de Abril
Depois da reinauguração do Cineclube (CAC), o cenário cultural da Estância Turística de Avaré ganhou um novo ambiente: o “Memorial Djanira da Motta e Silva”. A inauguração aconteceu na noite de quarta-feira, 2 de abril, no Centro Cultural Djanira da Motta (antiga Caic), onde foi instalado o Memorial em homenagem à esta artista avareense renomada internacionalmente.
Para o Memorial, a secretaria de Cultura e Lazer, com total apoio da Prefeitura de Avaré, buscou e conseguiu a volta dos bens pessoais da artista, doados para o município pela herdeira Rachel da Motta e Silva em fevereiro deste ano. O ato solene para assinatura do contrato de doação do acervo para o município aconteceu no dia 27 de fevereiro. Além dos bens materiais, Avaré também conquistou os direitos autorais e autorização de uso dos direitos de personalidade de Djanira da Motta e Silva. No dia 28 de fevereiro, chegou o veículo que transportou o acervo pessoal da pintora Djanira do Rio de Janeiro até Avaré, trazendo 187 peças, entre pincéis, tintas, avental, saia e vestido que Djanira usava, ambos com manchas de tintas, recipientes, palheta, o primeiro cavalete, instrumentos musicais, publicações e vídeos em película.
Toda negociação e o translado do acervo foram acompanhadas pelo ex-secretário municipal de Cultura e Lazer, Marcelo Ortega (DEM), autor do projeto de criação do Memorial Djanira, com o apoio do prefeito Joselyr Benedito Silvestre (PSDB). Assim que o acervo chegou em Avaré, os objetos foram acomodados numa sala com segurança no campus da FSP (Faculdade Sudoeste Paulista), que desempenhou um grande papel em prol da cultura avareense ajudando a catalogar os objetos.
A organização do Memorial Djanira foi feita por um grupo de apoio coordenado pela arquiteta Cândida de Arruda Botelho e composto por Rosane Gauss, Suad Aurane, Vera Lutti, Maria Eliza Martins, Carlos Eduardo Telles de Menezes, Isilda Maria Rodrigues, Gesiel Junior, Elias de Almeida Ward e o pelo ex-secretário Marcelo Ortega.
Os móveis para acomodação das peças foram confeccionados especialmente para expor os documentos pessoais, fotografias, diplomas, homenagens e poesias escritas por Djanira. Cores que a artista usava em seus quadros serão aplicadas no ambiente. O grupo de apoio se preocupou em dispor as peças da mesma forma que estavam na casa da artista no Rio de Janeiro.
“Além do bem material, que hoje faz referência direta à Djanira, se Avaré souber usar esse potencial, transformará o Memorial num turismo cultural sem precedentes. Espero que o próximo secretário e o grupo que assumirá a pasta da Cultura saibam usar esse mecanismo que vai levar o nome de Avaré para todo o Brasil. Todos nós em Avaré ganhamos um importante aparelho cultural. Para muitos, a inauguração do Memorial Djanira representa a realização de um sonho. Para mim, além de um sonho, quer dizer missão cumprida”, discursou Marcelo Ortega, orgulhoso de seu trabalho.
Ao fazer uso da palavra, o prefeito Joselyr elogiou o trabalho desenvolvido por Marcelo ao longo destes meses em que esteve à frente da secretaria de Cultura, onde pôde desenvolver inúmeros projetos, entre eles a reinauguração do Cineclube, a inauguração do Memorial Djanira e a 25ª Fampop, onde conseguiu resgatar as origens do festival mais tradicional da música popular brasileira na região. “Parabéns pelo seu trabalho, por sua dedicação, Marcelo. Muitos dizem que o prefeito não trabalha, não se dedica à cultura, mas isso não é verdade, porque temos 15 secretarias, e são 15 áreas de trabalho. A Cultura, assim como as demais secretarias, depende do trabalho dos secretários que são cobrados por mim. Quando fui candidato, fiz meu plano de governo para cada secretaria. Se formos ver o meu plano para a secretaria de Cultura, vocês verão que estamos realizando aquilo que estava previsto”, disse Joselyr.
Prêmio Djanira Motta - Mulher de Negócios – Na solenidade da inauguração do Memorial Djanira, o Sebrae de Avaré entregou o “Prêmio Djanira Motta - Mulher de Negócios”.
Em parceria com a Prefeitura de Avaré, através da secretaria de Cultura, o Sec (Sindicato dos Empregados no Comércio) e a Acia (Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Avaré), o Sebrae de Avaré lançou o “Prêmio Djanira Motta Mulher de Negócios” em comemoração aos 10 anos do posto do Sebrae de Botucatu. Mulheres que são exemplos de empreendedorismo ou empresárias, maiores de 18 anos, podiam concorrer ao prêmio, preenchendo a ficha de inscrição com um breve relato contando sua trajetória empreendedora.
Após visita às semi-finalistas para conhecer melhor a realidade de suas histórias e sua atuação na empresa, os integrantes da comissão julgadora escolheram, em 3º lugar, Aline Harder, a jovem proprietária da Harder Skate Line. O 2º lugar ficou com a empresária Aparecida Gonçalves Costa, da Visual Confecções. A história de Vera Lucia Lopes Duarte, proprietária da rede de supermercados Saladão, foi a mais comovente na opinião da comissão julgadora e ficou com o “Prêmio Djanira Motta - Mulher de Negócios”. “Fiquei muito orgulhosa! Para mim foi surpreendente ter recebido o prêmio. Não esperava que eu fosse a escolhida, porque tem tantas outras histórias interessantes, tantas mulheres batalhadoras e com garra. É uma alegria muito grande ter sido reconhecida pela minha luta, aliás, pela nossa luta, minha, do meu marido Jair, e de nossa família. Estou muito feliz!”, disse Vera emocionada.
Vera recebeu um troféu personalizado desenvolvido pela secretaria de Cultura e uma bolsa integral cedida pelo Sebrae, para o Seminário Empretec durante o ano de 2008.
Quem é Djanira?
Nascida em Avaré no dia 20 de junho de 1914, Djanira da Motta e Silva é um dos maiores nomes da pintura nacional do século 20. Filha de pai de origem indígena e de mãe descendente de austríacos, passou parte da infância na divisa do Paraná com Santa Catarina.
Jovem, trabalhou nos cafezais de Avaré antes de mudar-se para São Paulo no começo dos anos 30. Para curar-se de tuberculose, aos 25 anos foi para o Rio de Janeiro, onde aprendeu noções de arte com o pintor romeno Emeric Marcier.
Dona de uma intuição criativa, sua pintura evoluiu porque ela passou a pintar cenas que mostram os costumes, paisagens e festas populares do Brasil. Fez sua primeira mostra no Rio, em 1942.
Apoiada pelo grande pintor Cândido Portinari foi para os EUA, expondo obras em Nova York. De volta ao Brasil, percorre o país pesquisando e pintando temas nacionais. Expôs em países da Europa e das Américas. Mulher de saúde frágil, sofreu 18 cirurgias, mas jamais desistiu de trabalhar.
Primeira mulher da América Latina a ter um quadro exposto no Museu de Arte Moderna do Vaticano, ela recebeu em 1972 comenda do Papa Paulo VI. Religiosa, adotou o hábito de leiga da Ordem Terceira Carmelita, com o nome de irmã Teresa do Amor Divino, pessoalmente escolhido.
O caminho de Djanira – falecida em 31 de maio de 1979 – é tão amplo que sua obra pode ser considerada como uma crônica do Brasil. Por isso Djanira é considerada a mais autenticamente brasileira das nossas pinturas.
por Gesiel Junior, biógrafo da pintora autor dos livros “História de Djanira Brasileira de Avaré” (2000) e “Contando a Arte de Djanira” (2004)
Secretaria de Cultura reabre as portas do antigo CAC
Publicado por Marcelo em 13 de Abril
Na noite de terça-feira, 1º de abril, foi reinaugurado o Cineclube de Avaré, antigo Clube Avareense de Cinema – CAC. O projeto da reabertura do antigo CAC foi elaborado pelo ex-secretário municipal de Cultura Marcelo Ortega (DEM) e acolhido com muita presteza pelo prefeito Joselyr Benedito Silvestre (PSDB).
Através da secretaria de Cultura, a Prefeitura de Avaré recuperou o cinema que estava ocioso há cinco anos, assim como o acervo de filmes de 16mm e 35 mm quase centenários com a história do município, que foram todos digitalizados e gravados em mídia DVD por uma empresa especializada em São Paulo. “Esses filmes corriam o risco de desaparecerem caso não tivessem manutenção. São filmes que contam fatos históricos da cidade. O mais antigo do acervo é a “Festa do Divino”, de 1911. Também fazem parte do arquivo cinematográfico: “Fazenda Santa Cruz” (1924), “Grupo Escolar Matilde Vieira” (1913), “Desfile de Sete de Setembro” (1948), “Construção da Ponte Carvalho Pinto” (1961), entre outros”, declarou Marcelo Ortega.
O Cineclube de Avaré é um dos únicos do Brasil com instalações originais preservadas, graças ao trabalho e carinho de avareenses amantes do cinema que ao longo dos anos se esforçaram para preservar um dos maiores bens culturais da cidade.
Na reinauguração, Marcelo Ortega recebeu os cumprimentos de diversas autoridades e figuras importantes da cultura avareense como Carlos dos Reis Carvalho, conhecido como Carlão do CAC, um dos maiores defensores do antigo CAC, que lutou pela conservação do local e do acervo, inclusive com investimentos financeiros do próprio bolso. “Durante os cinco anos em que o CAC ficou ocioso, Carlos trocou o forro, cuidou da parte da cabine, das máquinas de projeção, da tela, das cadeiras, ou seja, foi um trabalho especial de preservação. A tela do CAC não poderia mais ficar no escuro. Foi aí que o prefeito Joselyr acatou e deferiu o nosso projeto e fizemos a negociação com o Carlos para a aquisição desse importante patrimônio cultural de Avaré”, disse Marcelo.
A partir de agora, o Cineclube volta a exibir filmes e, para comemorar sua reinauguração, com apoio das secretarias do Meio Ambiente e Educação, a secretaria de Cultura promoveu a 1ª Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental de Avaré, realizada nos dias 02, 03 e 04 de abril. Os filmes exibidos foram premiados no Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA), realizado anualmente pelo Governo de Goiás. Estudantes das faculdades e das escolas da rede estadual e municipal de ensino de Avaré e região, visitaram a 1ª Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental para assistir as animações, documentários e curtas-metragem brasileiros.
Marcelo Ortega ressaltou que esta iniciativa da Prefeitura, infelizmente, não contou com nenhum apoio do Governo do Estado de São Paulo, “buscamos por várias vias, mas todos nossos ofícios foram denegados”.
Nas próximas semanas, o CAC deverá exibir novas mostras de cinema, cujos detalhes ainda estão sendo acertados. Segundo Marcelo, “a idéia do Cineclube não é seguir a orientação do cinema comercial. Queremos transformá-lo num Cineclube que exiba filmes nacionais, clássicos, filmes pedagógicos e mostras interessantes e relevantes como esta Ambiental que apresentamos na reinauguração”.
Nesta semana, Marcelo Ortega, que é pré-candidato a vereador nas eleições deste ano, deixou a pasta da Cultura para disputar o pleito, conforme determina a lei eleitoral.
E Djanira, enfim, retornou para Avaré
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
A Estância Turística de Avaré ganha um valioso instrumento de valorização de sua cultura. A homenagem à sua maior artista com a instalação do Memorial Djanira, além de destacar a vida e a obra desta fantástica avareense, servirá para fortalecer o sentimento de identidade cultural de nosso povo.
Temos uma forte ligação com Djanira e sua obra. É necessário sacramentar essa ligação e reconhecer que dentre os que nasceram em nossa terra, uma pessoa, em especial, mostrou para o mundo o valor de um pincel espalhando cores pelas telas, com amor.
O Memorial Djanira se tornou realidade graças ao importante incentivo do Sr. Prefeito Joselyr Benedito Silvestre e ao empenho do grupo de apoio, que soube conduzir brilhantemente os trabalhos para instalação desse espaço para valorização da cultua avareense.
O Memorial Djanira espera sua visita. Afinal, Djanira retorna à Avaré.
Marcelo José Ortega Secretário Municipal de Cultura e Lazer

Cidade agora conta com um memorial em homenagem àquela que é considerada a mais autêntica pintora brasileira; brasileira sim, mas de Avaré

Como diz o dito popular: o bom filho a casa torna. E Djanira, enfim, retornou para Avaré de maneira triunfal. Na noite da última quarta-feira, em cerimônia conduzida pelo mestre Elias Almeida Ward, foi inaugurado o “Memorial Djanira”, no Centro Cultural que leva o nome da artista, noite essa muito importante para a cultura avareense.
Há muito tempo Djanira andou no esquecimento da população avareense. Aos poucos, com um trabalho que começou com o jornalista Gesiel Júnior, biógrafo da pintora, ela foi sendo introduzida ao universo da cidade. Gesiel, com o lançamento dos livros “História de Djanira, brasileira de Avaré” (2000) e “Contando a Arte de Djanira” (2004) foi o responsável por embutir na memória do avareense, a importância que Djanira tem para a cidade, pois a pintora, avareense, é reconhecida mundialmente.
No mesmo ano do lançamento do primeiro livro ao escritor, o prefeito Joselyr Silvestre inaugurou, nos prédios da antiga CAIC, o Centro Cultural Djanira Motta e Silva, no complexo que compreendia a Biblioteca Municipal, o Museu e a Secretaria da Cultura e Lazer. Hoje, somente o Museu não está no local, mas funciona no prédio da antiga delegacia de ensino.
O escritor Gesiel Júnior novamente lembrou do grande valor da pintora para o município. “É excelente que exista este resgate da história. Avaré está se reencontrando com sua maior artista. O prefeito Joselyr Silvestre foi o que deu o ponta pé inicial em 2000, quando inaugurou o Centro Cultural Djanira da Motta e Silva e, agora, inaugura o Memorial Djanira, completando agora esse ciclo. Djanira é considerada a mais autenticamente brasileira de nossas pintoras. Brasileira sim, mas brasileira de Avaré”, disse.

Já Marcelo Ortega, que teve como seu último ato como secretário da Cultura e Lazer a inauguração do memorial, destacou que Avaré ganha um valioso instrumento de valorização de sua cultura. “A homenagem à sua maior artista com a instalação do Memorial Djanira, além de destacar a vida e a obra desta fantástica avareense, servirá para fortalecer o sentimento de identidade cultural de nosso povo”.
Ortega agradeceu o grupo de apoio, responsável pela elaboração do memorial, composto pela arquiteta Cândida de Arruda Botelho (coordenadora), Rosane Gauss, Suad Aurani, Vera Lutti, Maria Eliza Martins, Carlos Eduardo Telles de Menezes, Isilda da Maria Rodrigues, Gesiel Júnior, Elias Almeida Ward. Marcelo também fez parte do grupo de apoio.

O prefeito Joselyr destacou que muitas pessoas dizem que ele não valoriza a cultura. “As pessoas costumam falar que eu não dou valor para a área cultural, mas no meu primeiro mandato adquire essa área para a instalação do Centro Cultural, que batizamos com o nome da Djanira. O museu, apesar das críticas, está funcionamento e bem instalado no prédio da antiga delegacia de ensino e, hoje, estamos inaugurando esse memorial. Parabenizo o secretário Marcelo Ortega por essa realização, pois ele se esforçou e conseguiu realizar esse belo trabalho. É bom deixar claro que, tenho muitos secretários, alguns não se esforçam o quanto deveriam, mas o Marcelo mostrou sua capacidade”, disse.
Após as palavras do prefeito, o “Memorial Djanira” foi inaugurado, onde foi oferecido um coquetel aos presentes. As pessoas presentes puderam apreciar materiais e objetos que pertenceram a Djanira, com pincéis, tintas, palheta, primeiro cavalete, instrumentos musicais, publicações, troféus, medalhas, diplomas, vestuário, entre outros.
Empresárias avareenses recebem o “Prêmio Djanira Motta Mulher de Negócios”
Publicado por Marcelo em 6 de Abril

Marcando as comemorações da inauguração do “Memorial Djanira”, três empresárias avareenses foram contempladas com o “Prêmio Djanira Motta Mulher de Negócios”, realizado pelo Posto de Atendimento do SEBRAE em Avaré, em parceria com a Prefeitura, Sindicado dos Empregados no Comércio (SEC), Associação Comercial e Industrial de Avaré (ACIA), Secretaria Municipal da Cultura e Lazer, com a coordenação do SEBRAE-Botucatu, que completou 10 anos de existência naquela cidade.
O concurso teve como objetivo evidenciar o espírito empreendedor da mulher avareense, onde as candidatas escreveram um texto contando suas histórias de empreendedoras e a melhor história foi a da empresária Vera Lúcia Lopes Duarte, do Supermercado Saladão. Em segundo lugar ficou Aparecida Gonçalves, da Visual Confecções e, em terceiro, Aline Harder, da Harder Confecções.
O gerente do escritório de Botucatu, Luiz Carlos Donda, esteve presente ao evento e destacou a força da mulher avareense como empreendedora. Também do escritório de Botucatu estiveram presentes Tatiane Santini e Marco Aurélio D’luque. A agência de Avaré foi representada por seu responsável, Gumercindo Castelucci Filho, o Guma.
Opinião - Djanira Ganha Espaço Em Avaré
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
José Carlos Santos Peres
O prefeito Joselyr Benedito Silvestre inaugurou, no último domingo, o Memorial Djanira, num espaço (antiga CAIC) também por ele criado, quando de sua primeira gestão. Aliás, uma grande iniciativa na época, que toda aquela nobre área poderia hoje estar abrigando alguma empresa particular.
A instalação do Memorial contou com o aval do prefeito, a colaboração da Faculdade Sudoeste Paulista e o empenho da Secretaria Municipal de Cultura que criou para tanto um grupo de trabalho – voluntárias dedicadas à arte – para organizar todo o acervo e, a partir de agora, dar vida àquele espaço. Pretende-se transforma-lo em ponto turístico e “sala de aula” aos alunos da cidade.
Por questão de justiça vale destacar o papel desempenhado pelo jornalista/historiador Gesiel Junior que plantou a semente do resgate do acervo da pintora, nascida em Avaré em 20 de junho de 1914 e que ao longo de sua vida (faleceu em 31 de maio de 79), vivendo em São Paulo e posteriormente no Rio de Janeiro, construiu uma carreira artística da mais alta relevância.
Hoje o talento da pintora – quando jovem trabalhou nos cafezais de Avaré – tem reconhecimento internacional, com quadros distribuídos em diferentes museus e em acervos particulares.
O “retorno” de Djanira à sua terra constitui-se em iniciativa que merece aplausos e evidencia a boa gestão do secretario Ortega ao reunir pessoas ligadas ao tema e dar condições para que o trabalho fosse realizado.
É de importância extraordinária a criação do Memorial Djanira. Trazemos à cidade o que a cidade pertence. Fica a torcida para que, a partir de agora, aquele espaço cumpra com a sua finalidade e que Avaré saiba tirar bom proveito da situação, principalmente porque hoje somos uma Estância Turística e carecemos de pontos culturais relevantes para trabalharmos tal condição.
O Memorial Djanira marca e fecha com chave de ouro a gestão do Marcelo Ortega na Secretaria Municipal de Cultura e Lazer. É um acontecimento em tanto, cuja dimensão só será percebida, em toda a sua inteireza, com o passar dos anos. É uma obra que chega para eternizar-se. É o maior tributo que a terra pode prestar a sua filha ilustre.
Opinião - Abrindo A Janela Do Passado
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
José Carlos Santos Peres
Estive no Clube Avareense de Cinema, na noite do último sábado. Momento mágico, não só – e principalmente porque – Avaré assumia o comando daquele espaço, até então mantido graças ao trabalho voluntário do senhor Carlos dos Reis Carvalho, mas pela oportunidade de participar de acontecimentos relevantes, ligados ao evento.
Primeiro, o contato com alguns dos fundadores do clube, como Elias Ward, professor Nelson Pala e Caio Ferreira, o Carlito da Centenário. Pessoas que nos legaram um clube de cinema que durante décadas manteve o seu ideal, o de expressar apenas e tão somente a cultura cinematográfica.
Depois, a oportunidade de acompanhar, graças ao trabalho de recuperação das antigas fitas que o empresário Cláudio Albuquerque vem promovendo, os primeiros passos de nossa cidade. Uma Avaré que nascia, com suas casas espalhadas, seus enormes espaços e sua (nossa) gente construindo o futuro.
Acontecimento marcante, o do sábado. O resgate de fragmentos importantes do passado, através dos antigos filmes e a possibilidade de se manter o prédio e os equipamentos que primam pela originalidade.
Fica a expectativa para o bom aproveitamento daquele espaço. Como bem disse o jovem secretário de Cultura, Marcelo Ortega, o pontapé do jogo foi dado. A partir de agora é preciso jogar esse jogo com lucidez, com inteligência.
A Secretaria – e isso depende muito dos próximos secretários – deve disponibilizar a Sala de Projeções às escolas, às entidades interessadas…
Nossa torcida é para que, além dos objetivos colocados, a Secretaria encontre meios para, rotineiramente, promover filmes de arte naquele local.
E antes que alguém fale que ela, secretaria, estaria concorrendo com o mercado, já que temos cinema na cidade, é bom registrar que os filmes seriam para públicos específicos, com temáticas diferenciadas…
Há, a partir de agora, possibilidades culturais mais amplas, com o Clube Avareense de Cinema. Inaugurá-lo foi uma etapa, a mais importante… Saber usa-lo será necessário.
Nós, os amantes da tela grande, queríamos o CAC de volta. Ele está aí… Tomara que tenha vida.
Museu Municipal “Anita Ferreira De Maria” recebe adaptações
Publicado por Marcelo em 6 de Abril

Na última quinta-feira, ao lado do ex-secretário da Cultura e Lazer Marcelo Ortega, o prefeito Joselyr Silvestre esteve no Museu Histórico e Pedagógico de Avaré “Anita Ferreira De Maria” para conhecer as adaptações que deram nova estética ao museu. O prédio e suas instalações se tornaram referência para dirigentes culturais e visitantes da região.
De acordo com Marcelo Ortega, desde que o museu foi instalado no prédio do antigo Fórum, não havia nenhuma referência de que o local levava o nome de sua fundadora.
“Agora, oficialmente, existe no museu uma placa com o nome de Anita Ferreira De Maria. Era um antigo sonho de nossa maior poetisa de que o museu fosse instalado naquele local. Agora, não só o museu encontra-se naquele prédio, como também conta com uma placa indicando que ele chama-se Anita Ferreira De Maria”, destacou Ortega.
Já o prefeito Joselyr Silvestre visitou todas as instalações no museu e constatou como ele foi readequado depois que a Secretaria da Cultura deixou o prédio. O prefeito ouviu alguns pedidos da diretora do museus, Isilda, em relação a alguns melhorias que precisam ser feitas no local.
No ato de descerramento da placa, o professor e historiador José Leandro Franzolin contou a história de Anita Ferreira De Maria e sobre a fundação do museu, antes denominado de “Saldanha Marinho”.

Anita Ferreira De Maria - Anita Ferreira De Maria nasceu na Fazenda Olaria, em Avaré, em um 25 de janeiro luminoso e quente, sob o signo de aquário. Os primeiros estudos foram feitos no Colégio Santa Marcelina, em Botucatu, onde se especializou em literatura. Começou ainda cedo a escrever para jornais e revistas. Por 32 anos prestou serviços jornalísticos na “Folha de São Paulo” (como correspondente e repórter), trabalhou também no extinto “Jornal O Avaré”, desde a sua fundação.
O primeiro prêmio literário de Anita veio aos 15 anos, datando daí sua caminhada nos meios da literatura. Durante toda sua vida, publicou 10 livros: “Ânfora de Sonhos” (poemas), “Azul Noturno” (poemas), “Momento Musical” (crônicas e poemas), “Com uma rosa na mão” (poemas), “Sempre é tempo de rosas” (antologia poética), “Livro de Anita” (retrato de família), “Sinfonia em dor maior” (crônicas e poemas), “Mansarda de boêmios” (crônicas e poemas), “Avaré em dois tempos” (jogral) e “O padre e as borboletas” (conto romanceado).
Anita deixou mais de 300 crônicas. Parte delas foi encadernada e está no Museu de Avaré. Pertenceu a Academia de Letras de Piracicaba. É possuidora do título de cidadã emérita avareense e comendadora.
Recebeu a “Comenda Couto Magalhães” e o colar da “Ordem Marechal Rondon” pelos seus esforços em prol a comunidade. Foi a idealizadora da bandeira do município, da galeria de ex-prefeitos de Avaré. Era também membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Em 1972, fundou o “Museu Histórico e Pedagógico Saldanha Marinho de Avaré”, que hoje recebe o seu nome. Por mais de 20 anos militou na política avareense, chegando a se candidatar a vice-prefeito. Profissionalmente, exerceu a função de auditora fiscal do Tesouro Nacional e faleceu em 6 de outubro de 1990, aos 83 anos.
“Uma verdade inconveniente” choca estudantes no CAC
Publicado por Marcelo em 6 de Abril

Filme de Al Gore sobre o aquecimento global desmistifica problemática sobre a poluição do meio ambiente e aponta soluções para frear uma catástrofe anunciada
O documentário “Uma verdade inconveniente”, dirigido por Davis Guggencheim e premiado em 2007, trata a questão do aquecimento global como uma profundidade jamais vista. Dados recentes de cientistas do mundo todo apontam para uma catástrofe ambiental sem precedentes na história da humanidade. O filme, com duração de 100 minutos chocou os estudantes que lotaram o CAC na noite de quarta-feira, 2.
O tema é uma preocupação mundial crescente dos governos e a mensagem do documentário diz ser possível que cada de um de nós faça alguma coisa para evitar o superaquecimento da Terra. “Temos de ser mais racionais no uso da energia, da água, no consumo e no uso dos recursos naturais”, apontou Josemar Callefi, 38, um dos organizadores da I Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental de Avaré.
A REATIVAÇÃO DO CAC - Callefi, nascido em São Roque (SP) e há 20 anos radicado em Goiânia (GO), é membro da Associação Brasileira de Documentaristas e veio para Avaré a convite de Orlando Alves, 44, produtor cultural de Bauru, e de Marcelo Ortega, secretário municipal da Cultura.
Callefi destacou que a reativação do Clube Avaré CAC é extremamente importante para a cultura e o desenvolvimento do cineclubismo em Avaré. “É um ganho muito grande para o setor”, disse, parabenizando a iniciativa do prefeito Joselyr Silvestre e do secretário de Cultura, Marcelo Ortega.
Callefi foi por nove anos coordenador do FICA – Festival Internacional de Cinema Ambiental, de Goiânia, que é o principal festival temático da América Latina e o quarto festival mais importante do mundo, só perdendo para três festivais da Europa.
Para ele, a primeira mostra de vídeos com temática sócio-ambiental de Avaré é essencial para que a mensagem da preservação do ser humano na Terra seja levada a todas as pessoas indistintamente.
ENVOLVIMENTO CULTURAL - Josemar Callefi apontou ainda que é de suma importância o envolvimento da comunidade criativa de Avaré em torno do CAC e sugeriu que as faculdades avareenses e da região lutem para abrir cursos voltados para à área da comunicação e audiovisual (cinema). “É necessário elaborar projetos e buscar apoio do Ministério da Cultura, criar associações e movimentar o Cineclube de Avaré”, destacou.
O produtor cultural Orlando Alves afirmou que o resgate do espaço do CAC para a cultura avareense e regional é, de certa forma, preocupante pois, segundo ele, é necessário criar políticas públicas de incentivo, manutenção e uso do espaço do cineclube. “Aqui, parece que a sociedade não está organizada e não há nenhum grupo formado para ocupar esse espaço e o poder público pode não dar conta de manter o CAC em funcionamento, se não houver políticas bem definidas”.
POP CINE – Alves esclarece que há uma proposta em estudo pela Secretaria de Cultura de Avaré, de um grupo de empresários de São Paulo para que o CAC seja transformado em um POP CINE, ou seja, a sala seria utilizada para exibição de filmes culturais, documentários, filmes de arte e produções independentes, com a cobrança de ingresso (um terço do preço normal), mas sem a exibição de filmes comerciais como num cinema comum. “Fora isso, acho difícil ter outra saída. A não ser que surja na cidade um grupo disposto a encampar a idéia do Cineclube Avaré”, explicou o produtor cultural de Bauru.
Inaugurado Memorial da Djanira
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
O prefeito Joselyr presente ao local, destacou a importância do fato para a cultura da Estância Turística de Avaré
A noite da última quarta-feira, foi marcada por uma grande conquista à cultura da Estância Turística de Avaré,com a inauguração pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, o Memorial Djanira.
Com a presença de autoridades e pessoas ligadas a cultura avareense o evento foi marcado por grandes homenagens e discursos sobre a vida da pintora.
O secretário de Cultura, Marcelo Ortega explicou que a inauguração do memorial só foi possível depois de muitas tentativas. “Seus bens pessoais foram doados para o município pela herdeira Rachel da Motta e Silva em fevereiro deste ano, o que tornou possível a inauguração do memorial em homenagem a mais ilustre e reconhecida artista avareense”,enfatizou.
Marcelo também ressaltou a importância do grupo de apoio que foi coordenado, pela arquiteta Cândida de Arruda Botelho (proprietária do Centro Cultural Casa das Rosas) e composto por Rosane Gauss, Suad Aurane, Vera Lutti, Maria Eliza Martins, Carlos Eduardo Telles de Menezes, Isilda Maria Rodrigues, Gesiel Junior, Elias de Almeida Ward. “Resolvemos procurar pessoas ligadas à arte e à Djanira para ajudar na instalação e inauguração do memorial, que entendo ser um valioso canal de identidade cultural para Avaré”, comentou Marcelo.
Móveis foram especialmente confeccionados para acomodação das peças e para a exposição de documentos pessoais, fotografias, diplomas, homenagens e poesias escritas por Djanira, com um projeto de adequação e disposição dos objetos. O grupo de apoio dispôs as peças da mesma forma que estavam na casa de Djanira no Rio de Janeiro.
O grande objetivo do Memorial é atrair escolas, faculdades para pesquisa acadêmica e fazer com que o público visite e conheça a fundo a vasta obra de Djanira. Cabe salientar que os direitos de uso da imagem e do nome da artista avareense foram cedidos para exploração do Município para a finalidade de divulgação de sua obra.
Fazendo uso da palavra o gerente regional do SEBRAE de Botucatu destacou o exemplo empreendedor de Djanira.
O prefeito Joselyr Benedito Silvestre ressaltou a importância da inauguração para a cultura avareense. “Desde aminha primeira gestão já tinha vontade de realizar este feito que com certeza orgulha a Estância Turística de Avaré”.
Finalizando o secretário de Cultura Marcelo Ortega, foi homenageado pelos funcionários da secretária de cultura que confeccionaram uma placa, destacando o curto período que esteve na secretaria, mas que tanto fez pela cultura da cidade. “Este é meu último ato frente a Secretaria de Cultura,só tenho a agradecer a confiança em mim depositada”.
Para finalizar a noite teve ainda show com Wilson Barcelos.
A sala está instalada no Centro Cultural que leva o nome da artista plástica.
Proprietária de Mercado ganha prêmio empreendedor do SEBRAE
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
O “Prêmio Djanira Motta Mulher de Negócios” foi entregue na última quarta-feira a Vera Lúcia Lopes Duarte proprietária do Supermercado Saladão
O Posto de Atendimento do Sebrae de Avaré em parceria com a Prefeitura, pela Secretaria de Cultura e Lazer, o SEC – Sindicato dos Empregados no Comércio de Avaré e a ACIA – Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Avaré, entregaram na noite da última quarta-feira o “Prêmio Djanira Motta Mulher de Negócios”.
O evento ocorreu durante a inauguração do Memorial Djanira, e a premiação fez parte das comemorações dos dez anos do escritório SEBRAE de Botucatu.
A empresaria Vera Lúcia Lopes Duarte, proprietária do Supermercado Saladão recebeu uma bolsa integral para o curso Empretec, das mãos do Prefeito Joselyr Silvestre.
O gerente do escritório Regional do SEBRAE de Botucatu, Luis Carlos Donda, ressaltou em seu pronunciamento, o empreendedorismo da artista Djanira.
O prêmio teve como objetivo evidenciar o espírito empreendedor da mulher avareense, dirigido ao público feminino, empreendedoras ou empresárias.
Em segundo lugar ficou a empresária Aparecida Gonçalves Costa, proprietária da Visual Confecções e em terceira colocada ficou Aline Harder, proprietária da Loja Harder – Pircing e Tatoo.
Cine Clube da Estância e inaugurado com mostra de cinema ambiental
Publicado por Marcelo em 6 de Abril
Na noite da última terça feira 1º de abril, foram iniciados os trabalhos de projeção do Cine Clube da Estância turística de Avaré, com os esforços da Secretaria da Cultura e do Prefeito Municipal que adquiriu o prédio em meados de 2007contando também com o apoio da Faculdade Sudoeste Paulista (FSP).
Em noite solene, o cinema foi inaugurado com a 1ª Mostra de Cinema Ambiental de Avaré. Comandada pelo mestre de cerimônia o jornalista Elias de Almeida Ward, compareceram várias autoridades e cidadãos avareenses que fizeram parte da história do CAC (Clube Avareense de Cinema) e também aqueles que contribuíram de alguma forma para que o antigo cinema de Avaré retomasse suas funções.
Compondo a mesa de autoridades estavam, João Batista secretário de Administração, Mirtes Vieira secretária do Meio Ambiente, Rogélio Barchetti (delegado do PSDB), Nelson administrador do extinto Cine CAC, Marcelo Ortega secretário de Cultura, professor Reginaldo representando a FSP, Jair Canovas representando o Legislativo avareense, Josemar Callefi que foi por nove anos organizador do FICA Festival Internacional de Cinema Ambiental em Goiânia, o secretário de da habitação Alexandre Nigro.
Presentes também a diretora administrativa do FREA Marilda Rosseto com os alunos do 1º e 3º termo do curso de Artes, o ator Gilson Câmara, atiradores do tiro de Guerra de Avaré e José Carlos dos Santos Peres que fez um pronunciamento contando um pouco de sua história pessoal em relação ao Cine CAC e também no fez a leitura da placa inaugural no ato de seu descerramento.
O primeiro filme a ser exibido, foi, “A história de Avaré” que mostrou como eram antigamente os principais prédios da cidade e o cotidiano do município. Após foi exibido o curta “Umbrella”, que falava do reaproveitamento das águas das chuvas.
Após a exibição dos filmes o jornalista Elias Ward fez um pronunciamento contando um pouco de como surgiu a idéia de criar o Clube Avareense de Cinema no qual ele se orgulha de ser um dos fundadores.
A história do “Clube Avareense de Cinema” por Elias de Almeida Ward.
Por volta do ano de 1954um grupo de amigos se reunia sempre no Posto do Carlito, fazendo ali seu ponto de encontro. Era um local movimentado e alegre. O grupo para participar, formou primeiro o Clube da Flanela, onde o pessoal usava as flanelas amarelas para lustrar os carros que na época não eram muito como agora. O agrupamento foi se firmando e como cada um de seus integrantes tinha uma máquina fotográfica, gravadores e projetores e outros equipamentos foi combinado que havia filmagens e formou-se então o “Flanela Filmes”.
Foi assim por algum tempo e depois, mais firme ainda criou-se um novo clube que se chamaria “Clube Avareense de Cine”, destinado a produzir e projetar os filmes. Não era fácil, pois, os equipamentos não eram como agora de grandes recursos. O grupo formado por Carlos Eduardo Ferreira “Carlito” grande entusiasta por filmes, e Elias Almeida Ward, Cid Ferreira, Genésio Bertolaccine, José Reis Filho “Reizinho”, Jú Silveira e os irmãos Ovídio e Nelson (Nenê) Noronha, onde todos eram jovens, resolveram convidar o Professor Nelson Pala que sempre foi uma figura de grande saliência. Ele era membro de uma família de mantenedores de cinemas no interior. Formado o conjunto, o tempo correu e novos elementos se juntaram, outros saíram e vieram êxitos e dificuldades. Com a queda dos cinemas em um sentido geral, vieram dificuldades mais do que êxitos e então se chegou ao acordo com a Prefeitura que fica agora dirigindo o organismo como o nome de Cine-Clube. Foram muitos anos decorridos e o CAC sempre foi referência na cultura, na arte e na história de Avaré.
Assim nasceu, assim viveu e assim está escrito a história do C.A.C. uma parte da evolução cultural de Avaré.
A partir do dia 18 de abril Avaré receberá o espetáculo da Cia de Teatro Tubinho
Publicado por Marcelo em 29 de Março

O artista Pereira França Neto que interpreta o palhaço Tubinho esteve na manhã da última quinta feira (27), em Avaré na companhia do Secretário de Cultura Marcelo Ortega, para uma coletiva de imprensa no Teatro Municipal. Na ocasião o ator anuncio a vinda de seu espetáculo para Avaré que está prevista para estrear no dia 18 de abril e também falou um pouco da história de sua companhia de teatro, composta por mais de 40 pessoas, sendo uma das maiores no formato circo teatro á mais de 6 anos em turnê pelo interior de São Paulo. O repertório de mais de 100 peças garante vários meses de temporada em cada cidade, sem repetir um único espetáculo. Sendo que o repertório é composto desde textos da década de 30 e também peças com uma adequação contemporânea.
A estrutura do circo teatro com um palco central é feita de lona e tem capacidade para acomodar confortavelmente 700 pessoas.
A história de Tubinho
Em outubro 1959 nasce o personagem Tubinho, seu criador Juve Garcia leva o nome do personagem até 1978 quando decide se dedicar a outras atividades, em 1994 pouco antes de sua morte Juve, ainda no hospital, passou o nome de Tubinho a seu sobrinho Pereira França Neto.
Pereira junto com sua irmã Silvana Pereira e seu pai Amilton Garcia, no dia 29 de junho de 2001 Reabre o Circo Teatro Tubinho na cidade de Arapoti (PR) com a peça “E o Tubinho Apareceu”, desde então a companhia e o personagem vem ganhando o carinho e a atenção do publico por onde tem passado, Tubinho e sua trupe é alegria e criatividade.
Show de Hip Hop acontece hoje no Teatro Municipal
Publicado por Marcelo em 29 de Março
Hoje a partir das 20h 00, grupos hip hop de Avaré se apresentarão no palco do Teatro Municipal. A entrada é franca.
Em Avaré existem vários grupos de rap que compõem suas próprias musicas. As letras falam de experiências vividas na própria periferia e contam historias marcadas por luta e coragem. Esses grupos têm pouco espaço para mostrar o que produzem. Um valioso canal de divulgação encontrado por grupos hi hop´s em Avaré é um programa na Rádio Avaré, levado ao ar todos os finais de semana.
A Secretaria Municipal de Cultura está organizando um evento para valorizar o talento dos raper´s avareenses. No show estão previstas participação de aproximadamente 12 grupos formados por jovens que moram na periferia.
O Objetivo segundo o secretário Marcelo José Ortega “é mostrar ao público que nossos jovens têm um enorme potencial, e, no caso em tela, esse potencial é expressado na letras às vezes críticas, às vezes românticas, às vezes políticas.”
Feira da Avenida Paranapanema receberá violeiros amanhã
Publicado por Marcelo em 29 de Março

O Projeto Som da Terra, idealizado pela Secretaria Municipal da Cultura e Lazer, sairá do palco do Teatro Municipal “Octávio Morales Moreno” para ganhar às ruas. Amanhã, os freqüentadores da feira da Avenida Paranapanema terão uma bela surpresa, quando, das 9h00 às 12h00, os músicos e violeiros do projeto estarão se apresentando em um palco que será montado no local.
O evento dará a oportunidade de apresentação às dezenas de duplas de violas e intérpretes da música raiz. Um palco será montado com sistema de sonorização. Enfeites darão um toque caipira ao ambiente.
O prefeito Joselyr está apoiando esse importante projeto que reúne os talentos da musica raiz. “N osso objetivo é a valorização desses artistas”, destacou Marcelo Ortega, secretário da Cultura. “Convidamos os violeiros para que afinem suas violas e ao público que prestigiem”, finalizou.
Cidade terá sua 1.ª Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental
Publicado por Marcelo em 29 de Março
Numa parceria entre as Secretarias Municipais de Educação e Meio Ambiente, acontece no dia 1.º de abril às 20h00 o ato solene de posse do Cineclube e a abertura da 1.ª Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental de Avaré, que terá sessões nos três períodos do dia, nos dias 02, 03 e 04 de Abril de 2008.
Na oportunidade estarão presentes representantes da Secretaria de Estado da Cultura, da Secretaria de Estado do meio Ambiente, da Câmara Federal, Policia Ambiental e Ibama.
O secretário de Cultura, Marcelo Ortega enfatiza a importância da Mostra de Cinema e Vídeo Ambiental. “O fato é inédito em Avaré e marcará a reinauguração do CAC, adquirido recentemente pela Prefeitura e que agora leva o nome de Cineclube Avaré”.
“Não há dúvidas de que esse evento transformará Avaré em um palco para discussão de temas relacionados à proteção e preservação do Meio Ambiente. O prefeito Joselyr Silvestre autorizou o desenvolvimento desse importante projeto e me empenharei muito para que seja um grande sucesso”, disse Marcelo.
Avaré é uma das poucas cidades do interior brasileiro a ter um cinema público.
Marcelo Ortega traz Circo-Teatro Tubinho para Avaré
Publicado por Marcelo em 29 de Março

O ator Pereira França Neto, o palhaço Tubinho, concedeu entrevista na última quinta-feira no Teatro Municipal “Octávio Morales Moreno”, para falar da vinda de sua Companhia para Avaré, onde passará uma temporada realizando espetáculos teatrais e circenses, em local ainda a ser definido, mas provavelmente será em um terreno existente ao lado do Campus II da FREA – Fundação Regional Educacional de Avaré, na Rua Carmem Dias Faria.
O secretário da Cultura e Lazer, Marcelo Ortega, que esteve acompanhando o ator na coletiva, disse que viu no personagem Tubinho, uma alternativa de trazer lazer para a Avaré. França Neto disse que está percorrendo o interior com seu Circo-Teatro já há 6 anos.
Em Botucatu, o Circo-Teatro Tubinho ficou na cidade por um período de 6 meses. “Saímos de lá com um abaixo-assinado pedindo para que ficássemos na cidade”, disse o ator. Em Avaré, a estréia está prevista para o dia 18 de abril, onde será montada uma lona com um palco, armação essa que terá capacidade para 700 lugares.
“Durante os espetáculos, fazemos um resgate de peças que já não são mais encenadas, mas que foram grandes sucessos nas décadas de 30 e 40, como o ‘O Ébrio’, ‘Marcelino, Pão e Vinho’, ‘A Canção de Bernardete’, enfim, clássicos do teatro que já estavam sendo esquecidos pelo público. Podemos passar 7 meses em uma cidade, fazendo espetáculos diários, sem repetir nenhuma peça”, disse o ator.
O Circo-Teatro Tubinho conta com peças infantis, como “Aladim, o Gênio da Lâmpada”, “Cinderela”, “O Rei Leão”, entre outras, que são apresentadas ao público nas noites de terça-feira. Os espetáculos dramáticos, que envolvem temas como droga, violência, entre outros, são encenados às quintas-feiras. Nas sextas-feiras são apresentadas as chamadas “comédia de terror”, aos sábados são encenadas as comédias no estilo pastelão e, aos domingos, são apresentadas as chamadas comédias de linha. Às segundas-feiras, os espetáculos são variados. Os atores da companhia folgam às quartas-feiras.
Segundo França Neto, são necessárias 6 carretas para carregar todos os pertences da Companhia, como figurinos, cenários, equipamentos de som e luz, entre outros. O ator participa de quase todos os espetáculos, alguns como França Neto e outros como Tubinho. Todas as peças em que o palhaço participa tem o nome Tubinho no título, como por exemplo, “Tubinho na Casa do BBB”.
Professora de Avaré lança livro pela “Mar de Livros”
Publicado por Marcelo em 26 de Março

Em breve, amantes da boa literatura de qualquer lugar do Brasil poderão se deliciar com os textos de Evâni Gaspar publicados em livro. A autora acaba de fechar contrato com a Editora Mar de Livros para a edição e publicação de “Contos da Vida”, título provisório de sua obra literária.
Nascida em Cerqueira César e atualmente lecionando em Avaré, Lourdes Evâni Ferreira Gaspar abre novas perspectivas em sua vida com a publicação de um livro. “Quem publica um livro amplia os horizontes pessoais e profissionais de uma maneira jamais sonhada”, diz Oswaldo Aranha de Faria, dirigente da paulistana MAR DE LIVROS e um dos responsáveis pela concretização desse sonho, há muito acalentado por Evâni Gaspar, nome adotado por Evâni para assinar suas obras.
Com imaginação, sensibilidade e capacidade de síntese, Evâni Gaspar sempre desejou ser autora de um livro. “Compartilhar meus anseios, minha visão de mundo, minha maneira de viver a vida por meio de um livro sempre foi um desejo guardado carinhosamente em meu peito e que agora realizo com a edição de Contos da Vida”, diz a autora, emocionada. “Não há viagem virtual mais completa do que a oferecida por um livro. A imaginação corre solta pelas páginas, a emoção, os acontecimentos, as sensações vão fluindo de um modo tão forte que nem percebemos o tempo passar, deixamos as quatro paredes de uma biblioteca ou da sala de nossa casa e nos teletransportamos para o mundo apresentado pelo autor, mundo que também existe dentro de nós e que vai sendo aos poucos desvendado pela leitura de um belo texto eternizado nas páginas de um livro” - conclui.
Para Oswaldo Aranha, se a obra de Evâni Gaspar já é de qualidade, ela ficará muito melhor com a intervenção dos profissionais ligados a Mar de Livros. “O livro de Evâni Gaspar agora está nas mãos de competentes profissionais egressos da Universidade de São Paulo e com grande experiência no ramo editorial livreiro. Revisores, ilustradores, designers, editor, todos darão sua valiosa contribuição para que o livro de Evâni Gaspar seja um livro realmente bem feito. E uma equipe de especialistas em divulgação e comercialização do livro estará atuando para que a obra de Evâni Gaspar esteja nas livrarias, nos mais diversos pontos de venda, participe de prêmios literários, feiras e eventos culturais, num esforço para divulgar novos talentos e a boa literatura feita por quem faz este país. Esse é o compromisso da Mar de Livros” - enfatiza o empresário, que incentiva outras pessoas a seguirem o exemplo de Evâni Gaspar: “Muitas pessoas têm mensagens de valor, de grande importância para compartilhar com os outros. No entanto, deixam o que escreveram em gavetas. É preciso acreditar em si, ter o espírito de comunhão, a coragem mesmo de se mostrar por meio de seus poemas, contos, romances, teses, ensaios, idéias. Exemplo disso é Paulo Freire, esse grande educador brasileiro, referência mundial quando se fala em alfabetização. Sua sensível observação do mundo em que vivia, sua não-aceitação da situação observada, fez com que desenvolvesse um método conscientizador de alfabetização, exposto em seu livro Educação como Prática da Liberdade, lançado em 1967. Não fosse ter reunido suas idéias num livro, a revolução que provocou não teria acontecido”.
Show de Hip Hop no Teatro Municipal
Publicado por Marcelo em 26 de Março

No próximo sábado, 29 de Março, a partir das 20h 00, grupos hip hop de Avaré se apresentarão no palco do Teatro Municipal. A entrada é franca.
Em Avaré existem vários grupos de rap que compõem suas próprias musicas. As letras falam de experiências vividas na própria periferia e contam historias marcadas por luta e coragem. Esses grupos têm pouco espaço para mostrar o que produzem. Um valioso canal de divulgação encontrado por grupos hi hop´s em Avaré é um programa na Rádio Avaré, levado ao ar todos os finais de semana.
A Secretaria Municipal de Cultura está organizando um evento para valorizar o talento dos raper´s avareenses. No show estão previstas participação de aproximadamente 12 grupos formados por jovens que moram na periferia.
O Objetivo segundo o secretário Marcelo José Ortega “é mostrar ao público que nossos jovens têm um enorme potencial, e, no caso em tela, esse potencial é expressado nas letras às vezes críticas, às vezes românticas, às vezes políticas.”
O hip-hop emergiu nos EUA, na década de 70, nos subúrbios negros de Nova Iorque (Bronx, Harlem, Brooklyn). Estes subúrbios, enfrentaram todo tipo de problemas: pobreza, violência, racismo, tráfico, carências de infra-estrutura, de educação, etc. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gang´s, as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial. Neste contexto nasciam diferentes manifestações artísticas de rua: música, dança, poesia, pintura. Os vários DJ’s observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações eram incluídas.
Marcelo Ortega participa de Encontro Regional
Publicado por Marcelo em 24 de Março

Na segunda-feira (17), o secretário municipal da Cultura, Marcelo Ortega, participou de um Encontro Regional de Dirigentes da Cultura, na cidade de Lençóis Paulista, no Espaço Cultural Cidade do Livro.
Nessa reunião esteve presente Toninho Macedo – diretor da Abaçaí Arte e Cultura e responsável pelo desenvolvimento dos projetos Mapa Cultural Paulista e Revelando São Paulo, junto à Secretaria de Estado da Cultura.
A programação começou com a definição do Revelando São Paulo para a região de Bauru, onde Toninho Macedo falou sobre o projeto, que existe há 13 anos, e propôs aos dirigentes que colocassem um nome para a região; e no consenso de todos ficou denominado “Caminhos entre Rios e Trilhos”, pois as cidades participantes são banhadas por dois rios (Tietê e Paranapanema) e pelas antigas estradas de ferro da linha sorocabana.
Outro assunto em pauta foi a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que chegará à Bauru no dia 7 de agosto e passará por algumas cidades a serem confirmadas, além de Avaré. Apenas está faltando a confirmação da data do evento.
O Revelando São Paulo deste ano ficou programado para o mês de agosto: do dia 1º ao dia 10. Sendo que, nos dias 2 e 3, haverá o “Festival da Amizade”. Em seguida, houve os assuntos do Mapa Cultural Paulista.
No encerramento da reunião houve um café da tarde oferecido pela Secretaria da Cultura de Lençóis Paulista.
